Um grupo de funcionários do Shopping Center Norte aguardava no início da manhã desta quarta-feira (5) para retirar produtos perecíveis de dentro das lojas. Uma vendedora que não quis se identificar disse que foi orientada por seu supervisor a ir para o centro comercial tentar retirar os alimentos para devolver aos fornecedores.
- Estou esperando para ver se posso entrar. Tem comida lá dentro que pode estragar.
O agente da Guarda Civil José Eugenio disse, no entanto, que os proprietários tiveram tempo para retirar os produtos, e que as entradas podem ser negociadas individualmente com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.
- Viemos para fazer o fechamento formal do shopping e garantir a segurança. Cada caso tem que ser tratado com a secretaria.
- Estou esperando para ver se posso entrar. Tem comida lá dentro que pode estragar.
O agente da Guarda Civil José Eugenio disse, no entanto, que os proprietários tiveram tempo para retirar os produtos, e que as entradas podem ser negociadas individualmente com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.
- Viemos para fazer o fechamento formal do shopping e garantir a segurança. Cada caso tem que ser tratado com a secretaria.
Por volta das 9h40, alguns funcionários puderam passar pelo bloqueio da entrada. Segundo um dos seguranças, que não quis se identificar, foi autorizado que alguns deles pudessem entrar para retirar os produtos perecíveis.
Membros do Sindicato dos Comerciários de São Paulo voltaram a se reunir com faixas e carros de som na porta do shopping para protestar pela garantia do emprego dos quase 6.000 funcionários.
Segundo o vice-presidente da entidade, José Gonzaga da Cruz, uma reunião com a diretoria do shopping será solicitada para que os funcionários sejam realocados em lojas de outros shoppings para que não percam o dinheiro das vendas.
- Queremos que os funcionários recebam pelos dias em que o movimento do shopping já caiu. Os funcionários não podem pagar por um problema que já foi identificado desde 2004.
Fechamento
A Justiça de São Paulo cassou, na noite de terça-feira (4), a medida liminar (provisória) que permitia ao Shopping Center Norte continuar aberto. O centro comercial divulgou nota confirmando que não abriria nesta quarta-feira.
Membros do Sindicato dos Comerciários de São Paulo voltaram a se reunir com faixas e carros de som na porta do shopping para protestar pela garantia do emprego dos quase 6.000 funcionários.
Segundo o vice-presidente da entidade, José Gonzaga da Cruz, uma reunião com a diretoria do shopping será solicitada para que os funcionários sejam realocados em lojas de outros shoppings para que não percam o dinheiro das vendas.
- Queremos que os funcionários recebam pelos dias em que o movimento do shopping já caiu. Os funcionários não podem pagar por um problema que já foi identificado desde 2004.
Fechamento
A Justiça de São Paulo cassou, na noite de terça-feira (4), a medida liminar (provisória) que permitia ao Shopping Center Norte continuar aberto. O centro comercial divulgou nota confirmando que não abriria nesta quarta-feira.
A assessoria do shopping afirmou ainda que concluirá, o mais rapidamente possível, as obras de implantação de todo o sistema de mitigação dos gases, com a instalação de 10 drenos, um a mais que o exigido pelo TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado com o Ministério Público e a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Diz ainda que o centro comercial continuará a tomar todas as medidas "cabíveis para manter suas portas abertas e funcionando regularmente".
Em nota, a prefeitura, que recorreu pelo fechamento do shopping, informou que determinou que técnicos e fiscais "tomem as providências cabíveis". O fechamento deverá ser executado por fiscais da subprefeitura da Vila Maria.
O shopping foi construído em cima de um aterro de lixo, o que provoca vazamento de gás metano. Com um alerta da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) para um potencial risco de explosões, a prefeitura deu, no início da semana, prazo de 72 horas para que o local fosse fechado.
Em nota, a prefeitura, que recorreu pelo fechamento do shopping, informou que determinou que técnicos e fiscais "tomem as providências cabíveis". O fechamento deverá ser executado por fiscais da subprefeitura da Vila Maria.
O shopping foi construído em cima de um aterro de lixo, o que provoca vazamento de gás metano. Com um alerta da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) para um potencial risco de explosões, a prefeitura deu, no início da semana, prazo de 72 horas para que o local fosse fechado.