O advogado do colégio Christus, de Fortaleza, cujos alunos tiveram a prova do Enem cancelada pelo MEC nesta quarta-feira (26), afirmou que vai requerer do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) anulação apenas das questões que ''coincidiram'' na prova e no material da escola, em vez de anular o exame completo dos 639 alunos que prestaram Enem.
“Para resolver a quebra de isonomia, precisaria anular as questões que teriam coincidido”, avalia Cândido Albuquerque, advogado do Christus. Se a decisão de anular o exame dos alunos for mantida, de acordo com Albuquerque, “o aluno seria punido”.